Engenharia Clinica, Engenharia Hospitalar e a Escassez de Engenheiros


Seminário, cursos e eventos




gestão / prevenção / conservação / manutenção









Histórias e Gente de Valor

Reflexões

03/03/2010 - Engenharia Clinica, Engenharia Hospitalar e a Escassez de Engenheiros

Por Fabiano Felipe

Alterar tamanho da fonte: A+ | a-

Gestão  -  Escrito por Fabiano Felipe   
Qua, 03 de Março de 2010 11:16

TODA CRISE É UMA OPORTUNIDADE! Esse é o nosso pensamento.
Mas, deixando de lado "idealismos e crenças", vamos ao que é preconizado:
É obrigatória a criação de departamentos de engenharia clínica nos grandes centros médicos e hospitais a partir de 300 leitos.

Autor: Célia Wada

Na realidade, as equipes de engenharia e segurança, que devem formar o SESMT em cada estabelecimento, não apenas em hospitais, são padronizadas de acordo com as leis do Ministério do Trabalho e do Ministério da Saúde (NR 4) - essa equipe, é voltada a criar, implantar e fazer cumprir as políticas, praticas e procedimentos que visam a saúde do profissional.
No caso dos estabelecimentos de saúde essa equipe tem no engenheiro a responsabilidade de, em conjunto com a CIPA, CCIH, CVS, e outras comissões, elaborar o mapa de risco e o PPRA do hospital que trará subsídios ao médico do trabalho (também do SESMT) a elaboração do PCMSO, do PPP e de outros paramentos necessários à saúde dos profissionais - tudo isso preconizado na NR32 (NR7, NR 9, NR17)
No caso da engenharia clínica - a responsabilidade é voltada a qualidade dos equipamentos para o desempenho de suas funções.

O engenheiro hospitalar é responsável, como o próprio nome sugere, às atribuições que envolvem a engenharia com base no aspecto clínico.
Dentro dos estabelecimentos de saúde, o engenheiro HOSPITALAR é responsável pelas tecnologias de saúde e por tudo que a elas se refere.
Isso, evidentemente, vai depender da complexidade oferecida pelo hospital.
Sempre utilizo como exemplo, a importância do ENGENHEIRO HOSPITALAR no planejamento de uma cabine para a manipulação dos quimioterápicos.
O quimioterápico pode causar sérios problemas à saúde de quem faz a manipulação desse material e como fazer para proteger esse profissional?
Uma das ferramentas é a obrigatoriedade de uma CABINE.
Como projetar e adequar essa cabine?
Isso é APENAS uma questão.

Outra área de grande atuação está voltada aos procedimentos ligados a manutenção dos equipamentos.

A engenharia clínica foi um dos aspectos-chave da qualificação da assistência médica através da criação de novas tecnologias ou da melhoria das tecnologias já existentes.
A engenharia clínica pode ser compreendida através da definição da função do profissional que a exerce.

Conforme definição do American College of ClinicalEngineering (ACCE), "O ENGENHEIRO CLÍNICO é aquele profissional que aplica e desenvolve os conhecimentos de engenharia e práticas gerenciais às tecnologias de saúde, para proporcionar uma melhoria nos cuidados dispensados ao paciente.
A maioria dos hospitais do nosso sistema de saúde possui apenas um engenheiro elétrico, ou um engenheiro civil, ou mesmo um arquiteto, para cuidar das instalações físicas ou prediais do hospital. E as tecnologias de saúde, os equipamentos médicos,bem como a resolução de problemas gerenciais relativos aos equipamentos, de quem é essa responsabilidade?

No Brasil, esse profissional surgiu há pouco tempo, o que nos proporcionou um atraso de aproximadamente 30 anos, em relação aos EUA e à Europa.
Sendo assim, nota-se o grande espectro potencial do trabalho desse "novo" profissional no sistema de saúde brasileiro.Nos países europeus e na América do Norte, essa atividade iniciou-se principalmente pela necessidade de segurança no uso da tecnologia, em especial a segurança elétrica,com a finalidade de prevenir queimaduras e choques elétricos fatais.

Em nosso país, a engenharia clínica introduziu-se pressionada pelo aspecto financeiro, face ao elevado custo de manutenção dos equipamentos e seus acessórios.
O descontrole do custo dessa manutenção, a baixa qualidade técnica da mão-de-obra, decorrente da insuficiência de profissionais capacitados, e a falta de uma política clara para o setor, foram os fatores que dificultaram a introdução da engenharia clínica no Brasil.

O problema da qualificação técnica só pode ser resolvido com educação adequada.

Os Ministérios da Educação e da Saúde uniram-se e começaram a oferecer cursos de engenharia clínica, no nível de pós-graduação, em algumas universidades brasileiras, objetivando melhorar a qualificação técnica da área e criar os serviços de engenharia clínica nos hospitais.
Formalmente, o mercado de engenharia clínica ainda é muito incipiente no Brasil.

As primeiras iniciativas de engenharia clínica surgiram em meados dos anos 80, com a chegada ao mercado de profissionais oriundos de centros de formação acadêmica (COPPE/UFRJ, UNICAMP, USP, dentre outras) que estabeleceram as primeiras empresas voltadas para essa área, ou que foram contratados por hospitais de visão moderna. Até então, esse mercado era totalmente dominado por empresas de representação técnica que apenas prestavam serviços de manutenção que nem sempre atendiam seus clientes com o esperado padrão de qualidade.

Hoje, constatamos que essa situação permanece a mesma.
O problema para superar a grande barreira de se ter um serviço de engenharia clínica está na baixa consciência das contribuições econômico-financeiras que uma gestão de tecnologia apropriada pode trazer ao ambiente hospitalar.


Mesmo em instituições de saúde que já possuem uma equipe de engenharia clínica, muitas vezes, estas se restringem somente a questões eminentemente técnicas, envolvendo-se muito pouco com questões financeiras, tais como, tempo de máquina parada ou lucro cessante, distribuição de custos por setor, dentre outras. Basicamente, não existem dados oficiais no mercado nacional que possam ser utilizadas como fonte de informação formal para a apresentação de um quadro atual da implantação da engenharia clínica no Brasil.

Dentre os mais de 6.000 hospitais brasileiros, podem-se encontrar serviços de engenharia clínica em alguns hospitais universitários, em hospitais privados de maior complexidade e em alguns institutos especializados. Ainda que boa parte desses hospitais seja de pequeno e médio porte, existe uma clara defasagem entre o número de serviços de engenharia clínica existentes e a capacidade hospitalar instalada com base tecnológica.

Administrar esse "parque tecnológico da saúde" em um ambiente atual de intensa competição e regulação, de ampliação dos direitos dos usuários quanto à qualidade dos serviços médicos prestados e de constantes progressos no desenvolvimento de novos equipamentos confere à engenharia clínica uma função absolutamente relevante e estratégica no desempenho global de uma unidade hospitalar.
Por isso, a presença de engenheiros clínicos e profissionais de nível técnico dentro do ambiente hospitalar tornou-se imprescindível, em especial, para acompanhar mais de perto os custos e a qualidade da manutenção dos equipamentos.

TERCEIRIZAÇÃO NA ENGENHARIA CLINICA

Uma das soluções encontradas por algumas instituições hospitalares brasileiras, para implantar esse serviço, foi a contratação de empresas especializadas em engenharia clínica.
São empresas com expertise na gestão das tecnologias de saúde, com experiência na elaboração de padrões e fluxos operacionais, de forma a dotar o hospital com as ferramentas necessárias a uma gestão do parque de equipamentos biomédicos, de maneira acessível e transparente para usuários, operadores e gestores.
Essas empresas também possuem um corpo de profissionais de nível técnico, com treinamento especializado, o que vem sanar o problema do desconhecimento técnico causado pela rápida evolução tecnológica.

Como em toda ação de contratação de serviços, deve-se ter apenas o cuidado relativo à ética de mercado, pois, em função da carência técnica nessa área, algumas empresas representantes comerciais que sabem consertar os equipamentos começam a migrar para dentro do hospital, dizendo fazer engenharia clínica.

É muito comum ver a mesma pessoa ou empresa desempenhando ambas as funções, porém, não é aconselhável utilizar empresas que trabalhem nas duas pontas do mercado, ou seja, fornecedores de produtos e/ou serviços que atuam também como consultores dos compradores desses mesmos produtos e/ou serviços.
SERVIÇO PRÓPRIO

Outra solução seria a constituição de um serviço próprio de engenharia clínica onde os profissionais são contratados diretamente pelos hospitais.
Em geral, isso acontece em hospitais que se beneficiam de estatutos específicos que permitem tal contratação. Porém, sua implantação é mais demorada, face à complexidade desse trabalho e à carência de profissionais no mercado.

A maioria dos hospitais que se enquadram nessa opção é composta de hospitais privados com elevado poder de investimento e custeio, que lhes confere um posicionamento de força junto ao mercado fornecedor de equipamentos.

Devido à carência deste tipo de profissional, o trabalho do engenheiro clínico deveria ser focado no gerenciamento do equipamento e não na execução da manutenção, empregando a inteligência para inicialmente planejar e organizar o setor e, em um segundo momento, partir para a execução da manutenção técnica interna, que é o problema mais evidente para alguns administradores.


ÁREAS DE ATUAÇÃO DA ENGENHARIA CLÍNICA

Dentro do estabelecimento de saúde, praticamente todas as áreas possuem relacionamento MULTIDISCIPLINAR com o pessoal do serviço de engenharia clínica.
Essa rede de contatos exige que o engenheiro clínico possua outras habilidades, além do conhecimento técnico.

Algumas atuações do engenheiro clínico dentro da instituição de saúde:
■ Controlar o patrimônio dos equipamentos médico-hospitalares e seus componentes;
■ Auxiliar na aquisição e realizar a aceitação das novas tecnologias;
■ Treinar pessoal para manutenção (técnicos) e operação dos equipamentos (operadores);
■ Indicar, elaborar e controlar os contratos de manutenção preventiva/corretiva;
■ Executar a manutenção preventiva e corretiva dos equipamentos médico-hospitalares, no âmbito da instituição;
■ Controlar e acompanhar os serviços de manutenção executados por empresas externas;
■ Estabelecer medidas de controle e segurança do ambiente hospitalar, no que se refere aos equipamentos médico-hospitalares;
■ Elaborar projetos de novos equipamentos, ou modificar os existentes, de acordo comas normas vigentes (pesquisa);
■ Estabelecer rotinas para aumentar a vida útil dos equipamentos médico-hospitalares;
■ Auxiliar nos projetos de informatização, relacionados aos equipamentos médico-hospitalares;
■ Implantar e controlar a QUALIDADE dos equipamentos de medição, inspeção e ensaios (ítem 4.11 da ISO-9002), referente aos equipamentos médico-hospitalares;
■ Calibrar e ajustar os equipamentos médico-hospitalares, de acordo com padrões reconhecidos;
■ Efetuar a avaliação da obsolescência dos equipamentos médico-hospitalares, entre outros;
■ Apresentar relatórios de produtividade de todos os aspectos envolvidos com a gerência e com a manutenção dos equipamentos médico-hospitalares - conhecidos como indicadores de qualidade e/ou produção.


MUITO IMPORTANTE: (INDICADORES DE MANUTENÇÃO E QUALIDADE)

A engenharia clinica, como dissemos, trata da gestão de equipamentos. E sem medir não há o que gerenciar.
Aí é que entram os indicadores.
Custo de manutenção versus valor do equipamento
Este indicador tem como objetivo principal saber qual o percentual máximo ideal a ser gasto com a manutenção de um equipamento em relação ao seu valor de aquisição.
Desta maneira, pode-se saber qual o melhor momento de se realizar novas aquisições.

A vantagem deste indicador é que leva em consideração todos os custos e permite comparar uma grande variedade de equipamentos.

• Reparos repetidos - É o número de reparos efetuados em um determinado equipamento, em um curto período de dias especificado. Este indicador é uma boa ferramenta para identificar equipamentos que apresentam problemas crônicos. Além disso, ajuda a identificar técnicos e operadores que necessitam de treinamento adicional.
• Tempo médio de retorno - Este indicador mostra o tempo médio, em dias, que os equipamentos levam para retornar à operação normal após uma manutenção. É útil para mostrar a eficiência deu ma estrutura de EC (engenharia clínica).

Número de ordens de serviço por setor do hospital - Esse indicador é definido como o número total de ordens de serviço abertas para cada setor do hospital. Este indicador mostra claramente a demanda de serviço de cada setor do hospital. Deste modo, fica mais fácil definir a equipe de trabalho de uma estrutura de EC.
• Horas produtivas por horas disponíveis - É o tempo efetivo de trabalho das equipes dos Serviços de Engenharia Clínica. A vantagem deste indicador é que ele mostra se as equipes estão documentando seus tempos no trabalho
• Custo diário de um leito parado - Este indicador é útil para ser utilizado em setores mais importantes como a Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) e está relacionado com equipamentos de suporte à vida.

Há muitos outros indicadores que comprovam a necessidade da real Engenharia Clinica em um hospital, independente de sua complexidade.
Nesta matéria, estamos usando os termos Engenharia Clinica e Engenharia Hospitlar de forma irrestrita pois, principalmente para nós, profissionais da saúde, todas essa atribuições são ditas como exatas e daí a utilização talvez até imprópria dos termos.

A realidade é que nos hospitais há muitas áreas do conhecimento de engenharia envolvidas nas atividades diárias que passam pela construção de ambientes e áreas até a instalação e manutenção de equipamentos de alta complexidade como os de ressonância nuclear magnética.

Então é natural que estas organizações lancem mão de profissionais como os engenheiros.

De fato a diversidade de conhecimentos é tão grande que em países como os EUA já lançam mão de dois tipos de engenheiro no ambiente hospitalar: o engenheiro clínico (www.accenet.org) e o engenheiro hospitalar (www.ashe.org).

Para deixarmos o tema um pouco mais direcionado imaginemos: por um lado, o hospital tem um conjunto de recursos e problemas que devem ser gerenciados de maneira sistemática como qualidade da água e de energia elétrica, gases medicinais, sistemas de comunicação, telefonia, ventilação, aquecimento e ar condicionado, construção e reforma, processos de esterilização, enfim, um conjunto de problemas que se relacionam de maneira indireta ao paciente e mais diretamente à infra-estrutura do hospital que é um universo muito grande e requer conhecimentos específicos e que, no meu ponto de vista deve ser uma área de trabalho para os engenheiros hospitalares.

Há outro universo de igual importância que é o dos equipamentos médicos. De maneira geral são divididos em equipamentos de diagnóstico e os de terapia.
Além destes existem os aparelhos de anestesia, ventilador pulmonar, bombas de infusão, monitores de diversos parâmetros, ECG, etc.

É uma quantidade enorme de equipamentos o que justifica uma outra especialização que é a engenharia clínica.

CONCLUINDO
Quanto mais complexo o sistema, maior é a necessidade da multidisciplinaridade dos profissionais e, em nossa área de saúde, a necessidade e a oportunidade de prospecção do engenheiro clínico ou hospitalar, é cada vez maior.
Os engenheiros estão atuando nos hospitais há muitos anos e de certa forma é um erro pensar que foi só recentemente. O que ocorre é que as pressões normativas, legais e até acidentes relacionados a equipamentos médicos e instalações fez com que estes profissionais tivessem mais visibilidade.

O Engenheiro Clínico, com este nome, é um fenômeno recente, apresentado oficialmente no Brasil em 1989 em Campinas (durante IV Congresso Brasileiro de Engenharia e Manutenção Hospitalar).
De lá para hoje, sua função tem sido cada vez mais conhecida e utilizada pelos hospitais e, a cada dia aumenta a necessidade e a procura por esses profissionais.

A engenharia (clínica, hospitalar, de segurança, etc) já é ferramenta fundamental para a SUSTENTABILIDADDE DO SETOR SAÚDE.


Sobre a Célia Wada
Farmacêutica- bioquímica (USP)
Especialização em Análises Clínicas (SNPC), Energia Nuclear (CNEM), Ecologia (OSEC), Diagnóstico Ambiental (UMAPAZ)
Pós graduação em Administração e Gestão Hospitalar (Fac. Hoyler), Medicina Preventiva Baseada em Evidência (ABMAE), História da Arte (FAAP).
Mestranda em Gestão de Recursos Hídricos e Auditoria Ambiental (FUNIBER).
Cursos de extensão nas área de gestão ambiental, infecção hospitalar, gerenciamento de risco, CIPA, arquitetura hospitalar, gestão ambiental em áreas de mananciais, meio ambiente e negócios, análises clínicas, imunologia, microbiologia, citologia oncótica, gestão ambiental, gestão de resíduos, gestão de riscos, análise de sustentabilidade, créditos de carbono, gestão de áreas impactadas, perícia ambiental, políticas de resíduos, EIA/RIMA/RAP, políticas públicas.
Consultora de sustentabilidade do SINCEP,
Consultora de Sustentabilidade da ASE All Safety Ergonomics,
Diretora Executiva da A1 Consultores Associados,
Presidente do Comitê do Meio Ambiente da Câmara Ítalo Brasileira de Comércio de São Paulo,
Membro fundador da ABMAE - Academia Brasileira de Medicina Anti-Envelhecimento,
Ex- Presidente da comissão de Proteção Ambiental do Rotary Club Aeroporto,
Presidente do Comitê do Meio Ambiente da Câmara de Comércio da China,
Presidente e fundadora da CMQV - Câmara Multidisciplinar de Qualidade de Vida,
Coordenadora do Projeto Ambiental Reconstruindo um Mundo Melhor da CMQV e IBEA,
Coordenadora do Grupo Ambiental da ABMAE - (meio ambiente no anti-envelhecimento).
Coordenadora do LABFAR - CTRQB - Comissão de Apoio a Riscos Químicos e Biológicos da UNIFAR -(União Farmacêutica do estado de São Paulo).
Atuação na área ambiental clínica / hospitalar desde 1978.
Publicação de artigos técnicos em portais, revistas especializadas técnico-científicas de saúde e meio ambiente, participação em projetos de leis estaduais, municipais e federais, entre outras participações.
Participação na formatação das Resoluções: ANVISA - RDC 306 , CONAMA 358, MTE NR32, Políticas Estadual de Resíduos Sólidos - SP
- Autora do capítulo: Capítulo 24 - "Gestão Ambiental de Resíduos nos Serviços de Saúde" do livro: Farmácia Clínica e Atenção Farmacêutica - livro elaborado pela equipe da Universidade de São Paulo - editado pela editora Guanabara Koogan - novembro 2007
- Autora do livro: Arte e o SER Mulher - 2002
- Autora do livro: Equilíbrio e Qualidade de Vida - 2002
- Autora do Capítulo 7 do Livro - Gestão no Antienvelhecimento - 2009 - coordenado pela ABMAE - com o título - O Meio Ambiente no Antienvelhecimento (a ser editado).

publicado em 03/03/2010.
http://www.manutencao.net/v3/artigos/gestao/1170-engenharia-clinica-engenharia-hospitalar-e-a-escassez-de-engenheiros

Comente este artigo:
* Nome:
E-mail:
Publicar E-mail:Sim   Nao   
* Comentário:
O que está escrito na imagem ?
 
Alex Moura - 25/08/2014 13:54
mourasud_2@hotmail.com
Gostaria que vcs me ajudasem, quero fazer um curso de concertos e manutenção de raiox e mesas cirurgicas.... Obrigado pela ajuda
Eliezer dos Santos Barbosa - 25/08/2014 08:27
eliezerbarbosa@r7.com
Onde posso fazer pós em Engenharia clinica?
Prof. Alex França - 05/06/2014 06:40
secretaria@ibeta.org.br
A engenharia clínica no Brasil ainda não é regulamentada. Um dos principais motivos é que é ofertada apenas na modalidade de pós-graduação, não agregando atribuições profissionais, ou seja o profissional que faz o curso de pós-graduação continuará habilitado a fazer exatamente o que "podia" antes de se matricular no curso. Como o curso não confere atribuição e sim apenas aumento de conhecimento e é aberto a profissionais de diversas áreas como administração e enfermagem sua regulamentação se torna complicada. Cabe salientar que apenas o curso de pós-graduação engenharia de segurança quando feito por engenheiros aumenta atribuições no Brasil. Portanto se referir a um profissional como Eng. Clínico é errôneo visto que ele não Eng. Clínico e sim Especialista, Mestre ou Doutor em Engenharia Clínica. Portanto não é possivel haver uma escassez de Engenheiros Clínicos o que na verdade ocorre é que não existe Engenheiros Clínicos.
Everton Batista - 28/05/2014 14:11
evertost@gmail.com
Onde posso encontrar pra fazer este curso em Brasília.
Everton Mendes - 28/05/2014 14:09
Onde posso encontrar este curso em Brasília.
jose maria bezerra do bonfim - 19/02/2014 12:03
Finalmente o conselho federal de engenharia (CONFEA), esta tomando as devidas providencias. Foi nomeado um grupo de conselheiros federais para analizar e dar o parecer final. No dia 25/02/2013 em São Paulo, reuniram-se o Presidente do CONFEA), Dr. Tadeu , Opresidente da ABECLIN Dr Rodolfo More eo Engenheiro Clinico Jose Maria Bezerra para descutirem a regulamenteção.
paulo ficks - 21/05/2013 17:08
ficks@terra.com.br
Gostaria de saber onde posso fazer o curso de eng clinica no Rio de Janeiro. ficks@terra.com.br ficks@bb.com.br
Fábio Luis - 04/06/2012 15:40
Boa tarde, meu nome é Fábio quero em primeiro lugar parabenizar pelo artigo que é muito esclarecedor e importante, estou no ultimo ano de engenharia de produção e tenho grande interesse em atuar na área de engenharia clinica, gostaria onde posso acha o curso e qual o tempo do mesmo. grato
Everton Nascimento Souza - 01/06/2012 21:28
evertonnascimentosouza@yahoo.com.br
Solicito sugestão, faço o controle patrimonial do Hospital onde trabalho, faço o controle de manutenção preventiva, corretiva do sugestão sobre quais equipamentos devemos comprar, junto ao departamento de Compras. Estou me identificando com o profissional Engenheiro Clinico. Estou querendo prestar Engenharia, qual área desta profissão, opto para ser um bom Engenheiro Clinico, Ex.: Engenharia Elétrica, Produção.
marcos roberto - 23/05/2012 14:50
robertopos11@gmail.com
de saber mais informações sobre o curso no que tange a onde realizar o curso, e graduação ou pos, publico alvo.
Nerivânia - 28/04/2012 00:12
Oi pessoal queria agradecer pelos esclarecimentos que foi bastante importante,pois faço tecnologia em Sistemas Biomédicos e ainda ñ tinha decidido o q faria na minha pós-graduação,mas agora decidi vou fazer Engenharia clinica. Obrigado pelos esclarecimentos!
este artigo me esclareceu muitas duvidas,mas a maior ainda perscinte,gostaria de saber como fazer p/ chegar a ser um engenheiro,no meu caso,engenheira hospitalar, gostaria q explicasse,tds os passos p/ quem pretende seguir esta carreira,obrigada - 15/04/2012 00:36
aliauguto@hotmail.com
Andrey furtado - 26/02/2012 14:25
Furtadoengenheiro@hotmail. Com
Onde posso fazer pós em Engenharia clinica?
CLAUDETE - 25/01/2012 23:46
gostei do artigo, é bem esclarecedor , pois tem aqueles que ainda pensam, que os engenheiros clinicos são profissionais destinados somente a manutenção, e como vemos não é somente isso , são estes os responsaveis por mudanças que contribuem para valorização do setor de manutenção, PARABÉNS PELO ARTIGO
Jonas - 15/01/2012 00:14
jonasdhcn@hotmail.com
Quais as graduaçoes em que se pode fazer engenharia clínica ?
barbara rosangela andrade fona - 02/01/2012 20:11
ttbarbara@oi.com.br
Desejo sber aonde tem este curso de engenharia hospitalar e um curso de raio x ou radiologia no rio de janeiro.
Antonio de Almeida - 30/12/2011 11:28
antoniovi@bol.com.br
É interessante este artigo, pois mostra para a sociedade em geral a importância deste ramo da engenharia, aqui na região norte nordeste este setor esta a começar de maneira tímida. Espero que surjam oportunidades para nós eng clínicos especializados aqui no maranhão para contribuir-mos com nossa parcela de conhecimento. Antonio de Almeida Eng Eletricista Pós Gra em Eng Clinica.
Pereira de Carvalho - 21/05/2011 17:32
eudelio@hotmail.com.br
Um Grande problema sim,é a questão da responsabilização da segurança eletrica dos instrumentos que adentram em salas cirurgicas ,especialmente aqueles intrumentos consignados.A Anvisa obriga que os Hospitais tenham centros de esterilização para esterilizar este isntrumentos ..E a questão da isolação eletrica?,é possivel um instrumento estar devidamente calibrado ,aferido etc...,mas no transporte sofrer um impacto ou molhar...e aí?,quem seria a resposnabilidade de conferir esta isolação do Instrumento ...Se é um C.Cirurgico novo a norma NBR 13534 obriga a ter Sistema de segurança IT Medico na sala...,mas quando é centro C.Cirurgico antigo ,que vai conferir este instrumento?.E como isso é feito?
jose maria bezerra do bonfim - 27/02/2011 20:08
olimanbonfim@hotmail.com
para que a profissao passe a ser reconhecida é necessario que seja reconhecia pelo confea/crea isto é seja criada as camaras de engenharia clinica nos creas. o engenheiro clinico jose maria bezerra do bonfim, fez uma monografia criando a primeira camara no crea-ceara.
fernanda - 11/11/2010 10:41
muito intereçante esse site ,,,,deveria ter mas assuntos relicionados ,,,a manutençao hospitalar.
Heron Pereira Pinto - 08/11/2010 22:01
heronpereira667@hotmail.com
Muito interesante e didatica o artigo, pois vou prestar vestibular para Eng. Clinica. Acho que devido à esta nova ramificação da Eng. as informações são escassaz, e qualquer informação é bem vinda, tenho 28 anos trabalho com manutenção em climatização (ar-condicionado) a 10, e quero cursar Eng. Clínica e para fazer parte desta interessante e indispensável área preciso de qualquer informação sobre as funções e atuação no trabalho na pratica, e principalmente sobre os cursos superiores. Resido em São Paulo capital e procuro o curso até fora da cidade, mas esta dificil, toda informação será bem vinda, desde já agradeço à todos, obrigado.
Julio Cesar Furlan - 11/10/2010 09:27
Sou graduado em Engenharia de Produção Mecanica e atualmente trabalho em uma empresa fabricante de equipamentos medico hospitalares. Quero fazer um curso de pós-graduação na área de Engenharia Clínica Hospitalar. Moro em Araçatuba - SP. Como fazer??
Sidney Félix - 09/10/2010 10:37
sidneyfelix@terra.com.br
Para atuar em um setor de engenharia clinica o engenheiro pode ter outra habilitação como eletronica, eletrica e posteriormente fazer uma pós na area de engenharia clinica? Tendo em vista que atualmente é dificil conseguir uma pós graduação devido ao baixo numero de interessados
Jorge Eduardo - 05/10/2010 11:51
Sou graduado em Geografia e possuo curso Técnico em Eletroeletrônica, e gostaria de fazer um curso de pós-graduação na área de Engenharia Clínica Hospitalar. Moro no Rio de Janeiro. Como fazer??
jaime ruiz - 18/09/2010 04:08
jaime_dos_santos@yahoo.com.br
ola as informações aqui contidas são de extrema relevância ao mercado hospitalar em amplo espectro , sendo que gostaria de receber mais informações de cursos e pré requisitos para participação dos mesmos trabalho no meio a 12 anos e ja executo todas estas formulas acima citadas mas gostaria de me graduar em engenharia clinica hospitalar como de fazer???

Imprensa

Copyright © 2014 CMQV - Câmara Multidisciplinar de Qualidade de Vida. Todos os direitos reservados.
Website desenvolvido com tecnologia Super Modular