Responsabilidade social não é um diferencial é uma obrigação



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15/08/2009 - Responsabilidade social não é um diferencial é uma obrigação

Por Célia Wada

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Saúde x Meio Ambiente x Segurança x Responsabilidade Social  são os quatro pilares da Sustentabilidade  e da Qualidade de Vida

Para nós, a Sustentabilidade é condição sinequanom para a Qualidade de Vida.

Nosso trabalho é pautado na integração técnico-científica dos processos e na administração transversal integrada.

Não se pode administrar isoladamente da mesma forma que não se concebe um projeto que não tenha os 4 pilares de sustentabilidade, qualquer que seja o segmento de ação.

É necessário um perfeito entrelaçamento de tecnologias para um resultado satisfatório e sustentável.

O constante processo de mudanças com o qual convivemos atualmente tem sido o principal fator responsável pelas intensas transformações nas relações pessoais e profissionais nos sistemas empresarias e mesmo pessoais.

É impossível pensar em “eficiência empresarial” sem um sistema de gestão ambiental integrado, responsável e sustentável.

A qualidade de vida no ambiente de trabalho é considerada um fator competitivo que contribui de forma direta para a eficiência empresarial.

Em um mercado sem fronteiras,  essa vem sendo a orientação  das empresas na gestão de suas políticas de saúde, segurança do trabalho, meio ambiente e responsabilidade social.

Seja para atendimento legal, por estratégias de marketing, ou por real consciência, quem não o pratica acaba sujeito  a fortes penalidades e  a uma ineficiência de visibilidade de forma que, em ambos os casos o empresário se vê obrigado a modificar seus processos, acabando envolvido com inúmeros projetos.

O grande desafio nos sistemas de administração empresarial é a participação, com adequado comprometimento de todos trabalhadores e de todos os segmentos nos programas que visam à melhoria continua do meio ambiente, dos processos e, ainda condições laborais e emocionais  em prol de um trabalho seguro e saudável.

Hoje, dentro dessa premissa, a visão administrativa tem que estar pautada de forma integrada em: Saúde x Meio Ambiente X Segurança X Responsabilidade Social

Isso é, de uma forma  geral, o caminho para a “Sustentabilidade”  e para a “Qualidade de Vida”.


O individuo modifica seus hábitos pelo amor, ou pela dor...

Para execução desse novo modelo, a maior dificuldade está justamente em encontrar profissionais especializados nessa Gestão Ambiental Integrada e na escolha correta dos mecanismos e processos que devem ser implementados.


Necessidade de uma nova visão:

Até o início do século XVII, não havia preocupação com a saúde do trabalhador. Com o advento da Revolução Industrial e de novos processos industriais – modernizações das máquinas – começaram a surgir doenças ou acidentes decorrentes do trabalho. A partir desse momento, houve a necessidade de elaboração de normas para melhorar o ambiente de trabalho em seus diversos aspectos, de modo que o trabalhador não possa ser prejudicado com agentes nocivos a sua saúde.


Custo Com Acidentes Equivale a 4% da Economia Mundial

O custo dos acidentes e doenças ocupacionais corresponde à cerca de 4% do Produto Bruto do mundo. Segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), 1,1 milhão de trabalhadores morrem, por ano, vítimas de acidentes e doenças do trabalho. Essa estatística ultrapassa a média anual de mortes em acidentes de trânsito, guerras, violência e Aids. Um quarto dessas mortes, aproximadamente, é decorrente da exposição a substâncias perigosas que provocam a incapacitação de órgãos, resultando em câncer, distúrbios cardiovasculares, respiratórios e do sistema nervoso.

Um levantamento da OIT indica que ocorrem no mundo 250 milhões de acidentes de trabalho e 160 milhões de doenças profissionais no mesmo período. Mortes e ferimentos representam a maior taxa entre os países em desenvolvimento, onde grande número de trabalhadores está concentrado em atividades primárias e de extração, como a agricultura, pesca, desmatamento e mineração.

Na Saúde, a NR32 vem coroar um segmento que cuidava da saúde do próximo, sem estabelecer parâmetros para prevenção da sua própria saúde e qualidade de vida.

Em 2004, num total de 458.956 acidentes notificados, 30.161 correspondiam ao setor da saúde sendo que houve um aumento de 30% em relação a 2003 com 23.108 notificações.

O Brasil agrega 2,5 milhões de profissionais da área de saúde sendo que, nossa grande preocupação está voltada ao profissional de apoio como  limpeza, manutenção, recepção, administração, e outros que estão sob risco e, para o qual, necessitam de prevenção e treinamento para diminuição  desse risco.

A saúde ocupa o primeiro lugar no ranking  de registros de acidentes, mesmo com a ineficiência dos processos de notificação.

Participe, exija condições de humanidade em seu trabalho e nos trabalhos de seus prestadores.
Cuidar da Saúde dos seus profissionais e da saúde do seu meio ambiente é fundamental para sua própria saúde.

Responsabilidade Social não é um diferencial, é uma OBRIGAÇÃO!


Célia Wada
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